4.1. Firewall/NAT |
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Firewall
![]() O firewall pode ser implementado com uma arquitetura de subnet (sub-rede), esta arquitetura implica que você terá uma sub-rede delimitada por dois roteadores. Esta arquitetura é mais indicada para provedores de grande escala e que requer um grau maior de segurança. Esta arquitetura de firewall é mostrada na figura abaixo: ![]() O software padrão do Linux é o iptables, sucessor do ipchains, a partir do kernel 2.4. No SuSE Linux, o iptables é facilmente configurado utilizando o arquivo /etc/sysconfig/SuSEfirewall2. Nele são definidas as interfaces, os endereços e serviços válidos, para as redes privadas, públicas e DMZ. O firewall do SuSE Linux é gerenciado pelo script rcSuSEfirewall2 com as opções [start | stop | restart | reload | status]. Na verdade o rcSuSEfirewall2 é um link para o script /etc/init.d/SuSEfirewall2_setup que por sua vez chama o script /sbin/SuSEfirewall2, responsável pela manipulação dos filtros de pacotes chamando o iptables. A proteção contra acessos indevidos, tanto da rede local para a pública quanto da rede pública para a local, é feita através de filtros de pacotes. Filtros As regras do firewall levam em consideração a direção (Inbound, Outbound, Either), o endereço e porto de origem, o endereço e porto de destino, o protocolo e definem a ação (Permit, Deny). O porto de destino especifica basicamente o serviço requisitado. Este serviço normalmente é implementado na camada de aplicação (mail, telnet, ftp, ...). Um bom firewall conhece o encapsulamento dos dados para os serviços definidos desde a camada física (meio de acesso à rede: ethernet, FDDT, ATM, ...) até a aplicação. NAT - Network Address Translation Outra função de um firewall é permitir que uma máquina local com endereços privados acesse serviços e máquinas na Internet. O firewall faz a tradução de endereços privados para endereços válidos na Internet. Isto também é conhecido como Masquerading. |
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